domingo, 27 de dezembro de 2009
Aos seguidores...
Que 2010 chegue trazendo pra gente muita arte, criatividade, cores e mais cores na nossa vida!
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
GRANDE INAUGURAÇÃO!!!
Ainda tá pobrinha, por que to começando, logo mais ela fica bacana, mas dêem uma olhadinha:
www.28f68casadasartes.elo7.com.br
domingo, 18 de outubro de 2009
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Janelinha fofa
domingo, 4 de outubro de 2009
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Receitinha aprovadissima!!!
1 frango
2 cenouras cortadas
6 batatas pequenas cortadas
1 xícara (chá) de erva-doce
1 limão siciliano cortado ao meio
1 cebola cortada em pétalas
2 xícaras (chá) de vinho branco
200g de manteiga em temperatura ambiente
1 colher (café) de gengibre ralado
2 dentes de alho picado
1 colher (sopa) de sal
Lave bem o frango. Coloque a cebola e o limão dentro do frango e amarre com um barbante. Em um refratário alto, coloque os legumes cortados e o frango inteiro. Tempere a manteiga com o gengibre, o alho e o sal. Besunte o frango com esta manteiga temperada, regue com o vinho e cubra com papel alumínio. Leve ao forno pré-aquecido a 180º por 1 hora. Retire o papel alumínio e deixe mais 40 minutos para dourar.
quinta-feira, 23 de julho de 2009
quarta-feira, 22 de julho de 2009
Frase do dia...
quinta-feira, 16 de julho de 2009
UM APÓLOGO
Machado de Assis
Era uma vez uma agulha, que disse a um novelo de linha:
— Por que está você com esse ar, toda cheia de si, toda enrolada, para fingir que vale alguma cousa neste mundo?
— Deixe-me, senhora.
— Que a deixe? Que a deixe, por quê? Porque lhe digo que está com um ar insuportável? Repito que sim, e falarei sempre que me der na cabeça.
— Que cabeça, senhora? A senhora não é alfinete, é agulha. Agulha não tem cabeça. Que lhe importa o meu ar? Cada qual tem o ar que Deus lhe deu. Importe-se com a sua vida e deixe a dos outros.
— Mas você é orgulhosa.
— Decerto que sou.
— Mas por quê?
— É boa! Porque coso. Então os vestidos e enfeites de nossa ama, quem é que os cose, senão eu?
— Você? Esta agora é melhor. Você é que os cose? Você ignora que quem os cose sou eu e muito eu?
— Você fura o pano, nada mais; eu é que coso, prendo um pedaço ao outro, dou feição aos babados...
— Sim, mas que vale isso? Eu é que furo o pano, vou adiante, puxando por você, que vem atrás obedecendo ao que eu faço e mando...
— Também os batedores vão adiante do imperador.
— Você é imperador?
— Não digo isso. Mas a verdade é que você faz um papel subalterno, indo adiante; vai só mostrando o caminho, vai fazendo o trabalho
obscuro e ínfimo. Eu é que prendo, ligo, ajunto...
Estavam nisto, quando a costureira chegou à casa da baronesa. Não sei se disse que isto se passava em casa de uma baronesa, que tinha a modista ao pé de si, para não andar atrás dela. Chegou a costureira, pegou do pano, pegou da agulha, pegou da linha, enfiou a linha na agulha, e entrou a coser. Uma e outra iam andando orgulhosas, pelo pano adiante, que era a melhor das sedas, entre os dedos da costureira, ágeis como os galgos de Diana — para dar a isto uma cor poética. E dizia a agulha:
— Então, senhora linha, ainda teima no que dizia há pouco? Não repara que esta distinta costureira só se importa comigo; eu é que vou aqui entre os dedos dela, unidinha a eles, furando abaixo e acima...
A linha não respondia; ia andando. Buraco aberto pela agulha era logo enchido por ela, silenciosa e ativa, como quem sabe o que faz, e não está para ouvir palavras loucas. A agulha, vendo que ela não lhe dava resposta, calou-se também, e foi andando. E era tudo silêncio na saleta de costura; não se ouvia mais que o plic-plicplic- plic da agulha no pano. Caindo o sol, a costureira dobrou a costura, para o dia seguinte. Continuou ainda nesse e no outro, até que no quarto acabou a obra, e ficou esperando o baile.
Veio a noite do baile, e a baronesa vestiu- se. A costureira, que a ajudou a vestirse, levava a agulha espetada no corpinho, para dar algum ponto necessário. E enquanto compunha o vestido da bela dama, e puxava de um lado ou outro, arregaçava daqui ou dali, alisando, abotoando, acolchetando, a linha para mofar da agulha, perguntou-lhe:
— Ora, agora, diga-me, quem é que vai ao baile, no corpo da baronesa, fazendo parte do vestido e da elegância? Quem é que vai dançar com ministros e diplomatas, enquanto você volta para a caixinha da costureira, antes de ir para o balaio das mucamas? Vamos, diga lá
Parece que a agulha não disse nada; mas um alfinete, de cabeça grande e não menor experiência murmurou à pobre agulha:
— Anda, aprende, tola. Cansas-te em abrir caminho para ela e ela é que vai gozar da vida, enquanto aí ficas na caixinha de costura. Faze como eu, que não abro caminho para ninguém. Onde me espetam, fico.
Contei esta história a um professor de melancolia, que me disse, abanando a cabeça:
— Também eu tenho servido de agulha a muita linha ordinária!
Extraído do livro Várias histórias 1896, Volume 9, Contos
segunda-feira, 13 de julho de 2009
terça-feira, 7 de julho de 2009

Pão de Queijo Mineiro
Ingredientes
1 Kg de polvilho azedo Amafil
1 punhado de farinha de milho amarela esmigalhada
3 copos tipo americano de leite
1 copo de óleo
1 colher de sopa de sal
4 ovos
200grs. De queijo meia cura ralado
Preparo
Coloque o polvilho numa bacia grande e misture a farinha de milho, 1 e ½ copo de leite frio.
Esfarele com a mão até que desmanche as bolinhas. Ferva 1 e ½ copo de leite com o sal e o óleo. Escalde o polvilho, jogando essa mistura fervente devagar, espalhando o máximo possível. Calmamente vá misturando a massa com as mãos conforme for esfriando.
Sove bem a massa ainda na bacia até esfriar. Junte os ovos e o queijo ralado. Unte uma assadeira de alumínio com óleo, e faça os pãezinhos no tamanho desejado, e acomode na forma. Leve ao freezer por meia hora, e só então embale em saquinhos para armazenar congelados.
Para assar, coloque os pãezinhos numa assadeira untada com óleo, com uma distância de 1 cm entre eles. Leve ao forno a 350°C pré-aquecido. Retire do forno quando estiverem dourados.
Receitinha vinda diretamente de Minas pela minha prima Susy que já deixou de ser paulista de tanto tempo que mora lá.
















